FEDERAÇÃO PARANAENSE DE ESPORTES RADICAIS.
Promovendo e regulamentando esportes radicais no Paraná, desenvolvemos atletas, organizamos eventos e representamos modalidades de alta performance.
Parceiros:





Sobre nós
Transformando Movimentos e
Construindo Cidadania.
Uma entidade que transcende competições, utilizando o esporte como ferramenta de socialização, educação e transformação, comprometida com princípios de sustentabilidade e inclusão social.


Promover esportes radicais como instrumento de transformação social, desenvolvendo atletas e comunidades através de práticas inclusivas e educativas.
Utilizamos o esporte radical como meio de educar, socializar e empoderar jovens, criando oportunidades além das competições.
Garantimos ambiente livre de preconceitos, onde todos têm espaço independente de origem, gênero, classe social ou crença.
Não ao racismo. SIM ao respeito!
Investimos na formação de atletas, no desenvolvimento técnico e na criação de ambientes que promovam evolução pessoal e esportiva.
NOSSAS MODALIDADES
A FPER promove e apoia diversas modalidades de esportes radicais, levando adrenalina e inclusão para todos os cantos do Paraná.
SKATEBOARD
BMX
WHEELING
INLINE
BIKE WHEELING
EVENTOS:
A Federação organiza eventos que abrangem desde campeonatos regionais, municipais e estaduais, visando incentivar a prática e o desenvolvimento dos esportes radicais.
Fique por dentro das novidades, acompanhe nossos eventos e participe da construção de um cenário esportivo vibrante e em constante evolução no Paraná.


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Jetski Event
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NOTÍCIAS E INFORMAÇÕES
Normas e Estatuto
Fundada em 2023, a Federação Paranaense de Esportes Radicais – FPER tem como missão divulgar o esporte radical e levar gratuitamente a sua prática à população, permitindo, assim, o acesso amplo e irrestrito a todos. A criação da FPER surgiu no Paraná para trazer e realizar mais eventos de competição, a fim de incentivar e fomentar o esporte radical em todas as categorias das modalidades de BMX, Skate, Patins In Line, FMX Freestyle e Moto Wheeling.
Nos últimos anos, vimos a falta de eventos e a necessidade da comunidade em geral pela prática de esportes radicais. Temos a oportunidade de levar a todos os praticantes de esportes, principalmente nas categorias de base, oferecendo alta qualidade técnica e de logística, até mesmo em campeonatos amadores. A expectativa é que o principal evento anual seja o Festival de Esportes Radicais, que vai se consolidar como o principal evento do setor no Estado do Paraná, com uma estrutura totalmente feita em terras brasileiras.
Esportes Radicais: “Compreendem o conjunto de práticas esportivas formais e não formais, vivenciadas a partir de sensações e de emoções, sob condições de risco calculado. Realizadas em manobras arrojadas e controladas, como superação de habilidades de desafio extremo. Desenvolvidas em ambientes controlados, podendo ser artificiais, quer seja em manifestações educacionais, de lazer e de rendimento, sob controle das condições de uso dos equipamentos, da formação de recursos humanos e comprometidas com a sustentabilidade socioambiental.”
Esta Entidade é isenta de qualquer tipo de preconceito ou discriminação, não admitindo controvérsia de raça, credo religioso, cor, classe social, orientação sexual ou político-partidária.
Trabalhamos sem medir esforços para o desenvolvimento do ciclismo em seu âmbito geral, desenvolvendo e acompanhando sua evolução.
Estamos preocupados com o futuro e, por este motivo, não podemos parar, sempre buscando novas ideias e parceiros para um trabalho diferenciado e com bons resultados.
Contamos com a contribuição e parceria de todos.
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História e Modalidades de Esportes Radicais
Skateboard
No Mundo
Os primeiros relatos do skate datam da década de 1930, em Los Angeles e outras regiões dos Estados Unidos, quando lojas de brinquedos observaram crianças brincando com a base de patinetes quebrados, algo semelhante ao skate. A popularização do esporte, porém, ocorreu nos anos 1960, quando surfistas californianos adaptaram rodinhas de patins a tábuas de madeira que imitavam pranchas de surfe. Chamado inicialmente de sidewalk surfing (surfe de calçada), o skate se espalhou rapidamente pelos EUA, impulsionado pelo mercado do surfe. Em 1965, o esporte ganhou identidade própria, com manobras específicas, e passou a ser conhecido como skateboard.
Uma grande evolução ocorreu em 1974, quando o engenheiro químico Frank Nasworthy desenvolveu rodas de uretano, material que proporcionou maior aderência e durabilidade, consolidando o skate como esporte popular.
No Brasil
O skate chegou ao Brasil em 1965, trazido por surfistas internacionais. Inicialmente, os skates brasileiros eram improvisados, usando rodinhas de patins ou rolimãs (rolamentos de ferro) fixados a pedaços de madeira. Sem regras definidas, a prática era focada na diversão. Em 1974, o Clube Federal do Rio de Janeiro sediou o primeiro campeonato de skate brasileiro e inaugurou a primeira pista do país. O esporte cresceu significativamente em 1986, com investimentos de marcas nacionais, mas foi na década de 1990 que alcançou sua maior expansão, com aumento de praticantes, organização e exposição na mídia. Hoje, o Brasil é a segunda maior potência mundial no skate.
Modalidades do Skate
Street
Surgida na década de 1970, é a modalidade mais praticada. Consiste em realizar manobras em obstáculos urbanos, como corrimões, escadarias, bancos, rampas e muros. Algumas pistas simulam esses ambientes, sendo as mais comuns no Brasil.
Vertical
Praticada em pistas de madeira ou concreto com paredes de 90º e transições, exige alta técnica e experiência. No Brasil, conta com cerca de 40 competidores profissionais e 50 amadores. Suas subdivisões incluem:
Half-Pipe: Rampas em “U” de até 4 metros, usadas para manobras aéreas ou deslizes em bordas metálicas.
Mini-Ramp: Half-pipes menores (até 2,5 metros), populares por permitirem manobras mais acessíveis. Muitos praticantes constroem essas pistas em casa.
Bowl: Piscinas de cerca de 3 metros com paredes de 90º, combinando velocidade e manobras.
Banks: Piscinas rasas sem inclinação, focadas em manobras de borda.
Freestyle
Modalidade de manobras livres no chão, sem rampas, exigindo precisão e equilíbrio. Conta com cerca de 20 profissionais e 60 amadores no Brasil.
Downhill
Envolve descidas em alta velocidade, com subdivisões:
Downhill Speed (Stand-Up): Prova de velocidade em terrenos inclinados, usando técnicas de curvas.
Downhill Slide: Descidas com manobras de derrapagem (slides), usando rodas mais duras. O brasileiro Sérgio “Yuppie” Marcelino é destaque mundial.
Longboard: Usa skates maiores (cerca de 40 polegadas) para manobras de slide.
Slalom
Praticada com skates menores, envolve desviar de cones em zigue-zague com alta precisão.
Mountainboard
Praticado em terrenos montanhosos com skates adaptados, o mountainboard ganha espaço no Brasil, com destaque para o atleta Bzinho, que promove o esporte.
BMX
História
BMX (Bicycle Moto Cross) surgiu nos anos 1970 nos EUA, inspirado no motocross. Crianças imitavam pilotos com bicicletas, construindo pistas e realizando corridas informais. No Brasil, o esporte chegou em 1978, ganhando força com o crescimento do bicicross. Caracterizado por radicalidade e adrenalina, o BMX exige coragem, treino e técnica. Hoje, os praticantes (bikers) promovem eventos para consolidar o esporte.
Modalidades
O BMX é dividido em Race (corrida) e Freestyle (estilo livre), este último com cinco submodalidades:
Dirt Jump: Manobras em rampas de terra ou madeira, como double backflip e 360º backflip.
Vertical: Executado em half-pipes, com manobras aéreas e em bordas.
Mini-Ramp: Usa rampas menores, combinando manobras de outras modalidades.
Street: Realizado em obstáculos urbanos ou pistas que simulam ruas, como corrimões e escadas.
Flatland: Manobras no chão, focadas em equilíbrio e criatividade.
Park: Praticado em skateparks com rampas, muros e obstáculos variados.
Wheeling
História
Wheeling, conhecido na Europa como Freestyle, é uma modalidade de motociclismo urbano que surgiu nos anos 1980 como prova de arrancada, com motos empinadas em uma roda. Praticado com motos de qualquer cilindrada, exige controle de freios e equilíbrio. No Brasil, o esporte cresce em eventos e feiras, apesar de desafios com locais adequados.
Modalidades
Wheeling com Motos: Manobras em uma roda, em linha reta ou círculos, com variações como grau (roda dianteira no ar) e RL (roda traseira no ar).
Wheeling com Bicicletas: Adaptado do wheeling de motos, usa bicicletas aro 26 para manobras como grau de perna cruzada ou RL andando para trás. Exige dedicação e treino contínuo.
Inline (Patins Inline)
História
O Aggressive Inline surgiu no Brasil em 1993, com pioneiros como Fabíola da Silva e Fabiano Kenji. Oficializado como esporte em 1999, teve origem nos anos 1980 nos EUA, com os irmãos fundadores da RollerBlade. O filme Dare to Air (1990) impulsionou o esporte, que cresceu com competições como ASA e Extreme Games. No Brasil, iniciativas como a revista CPI-MAG e a loja Traxart fortaleceram a comunidade. Atualmente, estima-se 2.000 praticantes no país.
Modalidades
Slalom Inline: Dividido em Speed (corrida entre cones) e Freestyle (manobras no chão entre cones).
High Jump: Inclui Pure High Jump (salto em altura) e Best Trick (melhor manobra).
Street: Manobras em obstáculos urbanos, como corrimões e escadas, com destaque para atletas como Chris Haffey e Brian Aragon.
Vert: Manobras de street em half-pipes.
Park: Praticado em skateparks com obstáculos como rampas, funboxes e corrimões.
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